quinta-feira, 21 de março de 2013

Infocentro agora é MINT.


Linux Mint

O Linux Mint é uma distribuição Linux irlandesa. Possui duas versões: uma baseada em Ubuntu (com o qual é totalmente compatível e partilha os mesmos repositórios) e outra versão baseada em Debian.
Apesar disso, o Mint diferencia-se deles por incluir drivers e codecs proprietários por padrão e por alguns recursos que permitem fazer em modo gráfico configurações que em ambos os sistemas são feitas através do modo texto. Utiliza por padrão o desktop Gnome modificado, com um menu no painel inferior junto à barra de tarefas (o MintMenu), similar ao menu do KDE, ou o menu "Iniciar" do Windows. O propósito da distribuição é providenciar um sistema Linux que funcione "out-of-the-box", isto é, esteja pronto para uso assim que terminar a instalação. Dessa maneira, o único trabalho do usuário será o de personalizar a aparência, se desejar, e instalar programas extra, caso necessite. A concepção da interface de usuário é um pouco diferente, incluindo:
  • Uma interface de usuário distinta e semi-independente, incluindo um melhorado do gerenciador de boot, layout do desktop, temas de gráficos, e menu exclusivo;
  • Um forte foco em plena funcionalidade (por exemplo: drivers de WiFi incluídos, plugins completos para reproduzir formatos de mídia, resolução de tela automaticamente definido, etc. O Mint também inclui o Adobe Flash Player para que os utilizadores possam ver sites como YouTube sem ter que instalar qualquer outra coisa;
  • As ferramentas do Linux Mint correspondem a uma coleção de utilitários de sistema cuja finalidade é tornar o sistema de gestão e administração mais fácil para usuários finais.

História

O Linux Mint surgiu em 2006 com o lançamento da versão beta chamada "Ada". O projeto não foi muito conhecido e divulgado nesta época, desta forma o desenvolvimento desta versão nunca chegou a versão estável.
Com o lançamento da versão 2.0 (codinome "Barbara") que ocorreu alguns meses depois, a distribuição atraiu a atenção de muitas pessoas dentro da comunidade Linux e começou a conquistar seu espaço. Utilizando o "feedback" dos membros de sua recém-criada comunidade, a distribuição liberou um rápida sucessão de lançamentos entre 2006 e 2008. Foram 5 versões neste período: 2.1 "Bea", 2.2 "Bianca", 3.0 "Cassandra", 3.1 "Celena" a 4.0 "Daryna".
A versão 2.0 "Barbara" era baseada no Ubuntu 6.10, utilizando, portanto, seus repositórios e seu código base. A partir daí, o Linux Mint seguiu sua própria base de código, construindo cada versão a partir da anterior, porém mantendo a utilização dos repositórios da versão mais recente do Ubuntu (apesar de nunca ter se tornado um fork). Isto resultou na manutenção da base entre os dois sistema operacionais de forma praticamente idêntica, o que garantiu uma grande compatibilidade entre eles.
Em 2008 o Linux Mint adotou o mesmo ciclo de lançamentos do Ubuntu, abandonando seu número de versão secundária antes de liberar a versão 5 "Elyssa". Neste mesmo ano, num esforço de aumentar a compatibilidade entre os dois sistemas operacionais, o Linux Mint abandonou seu código base, modificando a forma com que contruía suas versões. Começando com a versão 6 "Felicia", cada nova versão era agora completamente baseada na última versão lançada do Ubuntu, construída diretamente a partir dele e sendo lançada cerca de um mês após a versão correspondente do Ubuntu (ou seja, geralmente em maio e novembro).
Em 2010 foi lançada a versão Linux Mint Debian Edition. Ao contrário das outras versões baseadas no Ubuntu, esta versão é baseada diretamente no Debian, não estando, portanto, vinculada aos pacotes do Ubuntu ou sua agenda de lançamento.
Os lançamentos das versões do Linux Mint baseadas no Ubuntu ocorrem pouco depois do lançamento das versões equivalentes do Ubuntu, e utiliza uma numeração sem casas decimais (p. ex.: "Linux Mint 8", em comparação com "Ubuntu 9.10"). Os nomes-código são sempre nomes de mulheres que terminam com a letra "A". A versão atual, baseada no Ubuntu 12.04 (Precise Pangolin) recebeu o codinome de "Maya". Já a versão baseada no Debian é rolling release, e o DVD de instalação sempre inclui os pacotes mais recentes.
Em relação ao Ubuntu, o Linux Mint tem outro sistema de atualização. Em vez de usar a atualização incremental - ou seja, instalar a nova distribuição modificando automaticamente os repositórios e substituindo os pacotes antigos pelos pacotes novos, o Linux Mint encoraja o usuário a fazer uma instalação "limpa", gravando um novo CD/DVD e reinstalando todo o sistema. Para isso, disponibiliza uma ferramenta de backup, que grava a lista de repositórios e pacotes baixados e os arquivos da pasta pessoal, desta forma poupando tempo do usuário.

Edições

O Linux Mint tem várias versões baseadas no Ubuntu, disponíveis em diferentes ambientes de trabalho. Além delas, a distro também possui uma versão baseada no Debian.
Abaixo vocês conferem as diferentes edições da distro:
  • Main Edition: Edição baseada no Ubuntu que permite aos usuários escolher entre o Cinnamon e MATE como ambiente de trabalho padrão. Além deles, a equipe de desenvolvimento da distro também desenvolve edições com os ambientes KDE Plasma e Xfce por padrão;
  • OEM: Edição da distro com foco nos distribuidores e fabricantes de PCs;
  • No codecs: Também temos a versão "No codecs", anteriormente conhecida como "Universal Edition". Seu foco está nas companhias e distribuidores dos EUA, Japão e demais países onde patentes sobre softwares exijam a aceitação de licenças de terceiros. Apesar disso, codecs multimídea podem ser instalados a qualquer momento, através de um link na tela de Boas-vindas (Welcome screen);
  • Linux Mint Debian Edition (LMDE): A versão baseada em Debian, oficialmente batizada "Linux Mint Debian Edition" (LMDE), utiliza os repositórios Debian e dos próprios mantenedores do Linux Mint. Considerando os codecs e plugins automaticamente instalados, determinadas aplicações específicas e temas visuais para o sistema, o LMDE é uma instalação Linux sem maiores modificações de um sistema Debian.

Versões

São liberadas duas versões do Linux Mint a cada ano. Cada versão recebe um número e um codinome, utilizando um nome feminino que começa com a letra do alfabeto correspondente ao número da versão e terminando com a letra "a" (por exemplo, "Elyssa" na versão 5 e "Felicia" na versão 6). Seus desenvolvedores não informam uma data específica para o lançamento das versões. Isso só é liberado após a versão ser considerada "pronta". Desta forma, eles podem liberá-las mais cedo ou mais tarde, a depender do ritmo de resolução de bugs e outros problemas que por ventura sejam detectados. Em média, as novas versões são liberadas cerca de um mês após o lançamento do Ubuntu. A versão atual é o Linux Mint 13 "Maya", lançada em 23 de maio de 2013.
Abaixo você confere uma tabela com as diferentes versões já liberadas pelos desenvolvedores da distro:

Características

O Linux Mint utiliza principalmente software-livre e de código aberto, com exceções para alguns softwares proprietários como plug-ins e codecs que fornecem Adobe Flash, Java, MP3 e reprodução de DVD. A maioria das distribuições Linux não incluem softwares proprietários por padrão, já que possuem o objetivo comum de aderir ao modelo de software livre e de código aberto.
O Linux Mint vem instalado com uma ampla gama de softwares, tais como o LibreOffice, Firefox, Thunderbird, XChat, Pidgin e GIMP. Softwares adicionais, que não são instalado por padrão, podem ser baixados através do gerenciador de programas. A distro também permite que as portas de rede possam ser fechadas através de seu firewall, com a seleção de portas de forma personalizada. Os ambientes de trabalho padrão do Linux Mint, MATE e Cinnamon, suportam vários idiomas diferentes. Na distro, também é possível rodar muitos programas projetados para o Microsoft Windows (como o Microsoft Office), utilizando o software Wine ou um software de virtualização (como o VMware Workstation ou o VirtualBox).
A distro é disponibilizada em vários ambientes de trabalho, incluindo o Cinnamon, MATE, Plasma Desktop e Xfce. Outros ambientes podem ser instalados via APT. Além disso, seus desenvolvedores desenvolvem ativamente softwares para o sistema operacional, sendo a maioria deste trabalho feito em Python. O código fonte está disponibilizado no GitHub.

Softwares desenvolvidos pela equipe do Mint

  • Cinnamon: Um fork do GNOME Shell, baseado nas inovações do Mint Gnome Shell Extensions (MGSE). Este ambiente foi inicialmente lançado como um "add-on" para o Linux Mint 12, sendo posteriormente disponibilizado como ambiente padrão no Linux Mint 13;
  • Software Manager (mintInstall): Permiti-nos rodar arquivos .mint, os quais contém instruções para instalar pacotes. Esta ferramente foi renovada, permitindo-nos visualizar todos os aplicativos no portal de software do Mint (offline), desde que você tenha uma conexão com a Internet para baixar as informações primeiro. Também nos permite instalar quaisquer dos programas listados diretamente no desktop, ao invés de fazê-lo pelo site. A opção de utilizar o antigo MintInstall ainda está disponível, através da qual você pode ir até os repositórios do Ubuntu ou ao website Getdeb.net para fazer uma pesquisa;
  • Update Manager (mintUpdate): Projetado para evitar que usuários inexperientes instalem atualizações desnecessárias ou que exijam um certo nível de conhecimento para configurá-las adequadamente. Este aplicativo atribui a cada atualização um nível de segurança (de 1 a 5), baseado na estabilidade e/ou necessidade de atualização. Pode ser configurado para avisar os usuários sobre novas atualizações, listá-las mas não notificá-los ou escondê-las por padrão. Além das atualizações específicas da distro, a equipe de desenvolvimento testa todas as demais atualizações;
  • Main Menu (mintMenu): Um menu avançado com filtragem, instalação e remoção de softwares. Este menu também foi portado ao MATE no linux Mint 12 Lisa;
  • Backup tool (mintBackup): Permite-nos fazer o backup e/ou restaurar arquivos, configurações e seleções favoritas, de forma que possamos facilmente realizar um upgrade para versões mais recentes;
  • Upload Manager (mintUpload): Permite-nos definir serviços de upload para servidores FTP, SFTP a SCP. Os serviços ficam, então, disponíveis na bandeja do sistema, onde você pode facilmente arrastar e soltar arquivos para que sejam enviados aos seus destinos correspondentes;
  • Domain Blocker (mintNanny): Basicamente é uma ferramente de controle dos pais. Permite-nos, de forma manual, adicionar domínios que devem ser bloqueados. Esta ferramenta foi introduzida no Linux Mint 6;
  • Desktop Settings: Ferramente que permite a configuração e customização da área de trabalho de forma bastante simples e prática;
  • Welcome screen (mintWelcome): Introduzido no Linux Mint 7, este aplicativo aparece quando relizamos o primeiro login em uma nova conta. Basicamente seu trabalho é mostrar uma janela de boas-vindas aos usuários do Linux Mint, fornecendo links para o website da distro e da comunidade, além do guia de usuário;
  • Remastering tool (mintConstructor): Ferramenta para remasterização do Linux Mint. Ela não é instalada por padrão, mas está incluída nos repositórios e é utilizada pelos desenvolvedores para criar arquivos ISO. Usuários interessados em criar sua própria distro baseadas no Linux Mint também podem utilizá-la.
  • Mint Gnome Shell Extensions (MGSE): Conjunto de extensões do GNOME 3 cujo objetivo é deixá-lo parecido com o GNOME 2. Entre elas encontramos um painel, um menu de aplicativos, uma lista de janelas, um desktop centrado em tarefas (isto é, permite que nos movamos entre as janelas, não entre os aplicativos) e ícones da bandeja do sistema. Foi projetado para dar aos usuários uma ambiente de trabalho tradicional, sendo incluído pela primeira vez no Linux Mint 12 (Lisa).

Mint4Win

Mint4Win é um método de instalação do Linux Mint em dual-boot feito com base no Wubi (para Ubuntu). A instalação por esse método é muito mais fácil, segura e rápida, podendo inclusive ser feita por quem não têm um conhecimento muito avançado de informática. A instalação cria um disco rígido virtual, sendo que o Linux Mint é instalado dentro dele, evitando assim a necessidade de particionamento do disco.
Vantagens
  • Não é necessário particionar o disco rígido, algo que exige conhecimento avançado e pode ocorrer em erros;
  • Qualquer erro que possa acontecer na instalação afetará apenas o Linux Mint, ficando a instalação do Windows intacta e funcionando;
  • A desinstalação pode ser feita em segundos através do Painel de Controle do Windows. (No método tradicional de dual-boot, a desinstalação do Linux Mint exigiria mais tempo e conhecimentos avançados).

Instalação
A instalação pelo Mint4Win só está disponível na versão 64 bits (ou x64) do Linux Mint e é suportado no Windows XP, Vista e 7. Para realizá-la bastaria montar a imagem ISO do Linux Mint com um programa emulador (Por exemplo: Daemon Tools), e executar o arquivo mint4win.exe. Digite um nome de usuário e senha e clique em "Instalar". Ao reiniciar o computador, a opção de boot já estará disponível. Porém, na primeira vez, o computador levará de 15 a 20 minutos para realizar a instalação.

Linux Mint Debian Edition

O Linux Mint Debian Edition (LMDE) é baseado no Debian Testing ao invés do Ubuntu. O propósito do LMDE é ser idêntico a versão principal, fornecendo as mesmas funcionalidades, porém utilizando o Debian como base. O LMDE é disponibilizado com os ambientes MATE, Cinnamon e Xfce. Seu modelo de desenvolvimento é o semi-rolling release (parcialmente rolling). A diferença é que enquanto o Debian Testing recebe constantemente atualizações, o Linux Mint indroduz de forma periódica “Update Packs”, que são "snapshots" testados do Debian Testing. O Linux Mint Debian Edition não utiliza os repositórios do Debian, ao contrário, possui um conjunto de repositórios próprio.
Ambientes de trabalho do Linux Mint 13 (2012) e LMDE 201204

Requerimento do sistema

O Linux Mint 13 "Maya" possui os seguintes requerimentos:

Desenvolvimento

Usuários individuais e companhias que utilizam o sistema operacioanal também realizam doações, parcerias, além de patrocínios a distro. A equipe do Linux Mint se baseia no feedback de seus usuários para tomar decisões e orientar o seu desenvolvimento. O blog oficial, por exemplo, frequentemente apresenta debates e discussões onde se pede aos usuários que expressem sua opinião sobre os últimos recursos ou decisões implementadas. Novas ideias podem ser apresentadas, além de comentadas e classificadas num ranking pelos usuários através do website da comunidade.
Esta mesma comunidade de usuários utiliza o Launchpad para participar na tradução do sistema operacional e no relato de bugs.
A cada nova versão, recursos são adicionados e desenvolvidos pela comunidade. No Linux Mint 9, por exemplo, tivemos a contribuição de um usuário com o recurso que permite a edição de itens do menu.
Os membros da equipe de desenvolvimento estão espalhados por todo o planeta e se comunicam através de Fóruns, e-mails e IRC.
Os comentários postados são monitorados e posteriormente debatidos pelos membros da equipe de desenvolvimento e usuários da comunidade.

Classificação de pacotes

A equipe do Linux Mint divide seus repositórios de softwares em quatro componentes, de forma a refletir as diferenças quanto a sua natureza ou origem.
São eles:
  • main: Inclui apenas softwares desenvolvidos pela equipe do Linux Mint;
  • upstream: Inclui softwares presentes no Ubuntu mas corrigidos ou modificados pela equipe do Linux Mint. Como resultado, o software presente aqui comporta-se diferentemente em cada distribuição. Como exemplos temos: Grub, Plymouth, Ubiquity, Xchat, USB Creator e o Yelp (o sistema de ajuda);
  • import: Inclui softwares que não estão disponíveis no Ubuntu ou que não possui versões recentes no ubuntu. Como exemplos temos: Opera, Picasa, Skype, Songbird, Adobe Flash plugin 64-bit e o Frostwire.
  • romeo: Softwares não incluídos por padrão. São utilizados pela equipe do Mint para testar pacotes antes que eles sejam incluídos em outro componente. Como tal, ele representa o ramo instável do Linux Mint.
Além dos citados acima, há um componente "backport" nos repositórios do Linux Mint. Este componente está lá para portar versões mais recentes dos softwares para as versões mais antigas da distro, porém sem afetar os outros componentes.
retirado do site: http://www.linuxmint.com.br/modules/dokuwiki/wiki/sobre%20o%20Linux%20Mint.

Turma 3 - Programação

Bom dia, Boa Tarde e Boa noite.

Segue a programação dos estudos de informática.
As aulas serão realizadas a partir de temas direcionados. E você aluno escolhe o que mais o tema que queira aprender e desenvolver.
Como o curso é o básico da informática, nos iremos abordar os seguintes temas.


Hardware e Software                                         Internet                                    


Editor de Texto                            Planilha Eletrônica                                   Apresentação de slides




Distribuidores Linux                                         Como funciona os computadores.


Vamos Aprender.



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Conheça como funciona o Infocentro.


 NAVEGAPARÁ

É o Projeto de Inclusão Digital do Programa NAVEGAPARÁ realizado através da implantação de centros públicos de acesso à tecnologia da informação, popularmente chamados de Infocentros.

PARCEIRO DO INFOCENTRO (ESCOLA COMUNITáRIA INFANTIL CAJUEIRO)
1. Ceder espaço físico com as adequações civis mínimas necessárias descritas nos outros tópicos deste site para a implantação do infocentro;

2. Manter o INFOCENTRO aberto e em condições de funcionamento no mínimo durante oito horas diárias nos dias úteis. A fim de atender demandas específicas, horários especiais poderão ser criados pela comunidade junto ao Conselho Gestor;
3. Arcar com as despesas relativas ao material de expediente e de consumo como água e manutenção do espaço físico do INFOCENTRO;
4. Responsabilizar-se pela guarda, manutenção e conservação do espaço físico;
5. Responsabilizar-se pela guarda e conservação dos equipamentos recebidos em comodato após a assinatura do acordo;
6. Os equipamentos e instalações do INFOCENTRO não poderão ser utilizados para outras finalidades que não aquelas à que se destina o programa NAVEGAPARÁ;
7. Indicar representantes para fazer parte do Conselho Gestor do INFOCENTRO, que serão eleitos em plenária pública;
8. As indicações referentes a este item se darão 15 dias após a celebração do acordo entre as partes;
9. Submeter à apreciação prévia da SEDECT e do Conselho Gestor quaisquer alterações pretendidas no INFOCENTRO;
10. Garantir o livre acesso a todas as pessoas da comunidade interessadas em participar das atividades do INFOCENTRO;
11. Assegurar a gratuidade do acesso à Internet, dos cursos e oficinas ministrados no INFOCENTRO;
12. Criar e submeter à apreciação prévia da SEDECT o regimento interno do INFOCENTRO aprovado pelo Conselho Gestor;
13. Apresentar relatório trimestral sobre as atividades (cursos, oficinas, pesquisas, etc.) desenvolvidas no INFOCENTRO, onde deve constar o quantitativo de pessoas beneficiadas.
14. Para fazer frente às despesas do INFOCENTRO, o parceiro poderá realizar outras parcerias que não comprometam as responsabilidades definidas acima.
Vale ressaltar que outras responsabilidades legais podem estar incluídas no acordo entre as partes para cumprimento de obrigações jurídicas.


INFOCENTRO
Os Infocentros disponibilizam serviços considerados essenciais na sociedade atual como acesso gratuito à internet para a população, capacitação básica em informática com software livre, oficinas de diversos conteúdos visando a difusão da cultura, comunicação e informação das regiões onde o projeto se faz presente.
Software livre
É uma diretriz do programa NAVEGAPARÁ a utilização de software livre em seus projetos.
O termo Software Livre caracteriza-se pela liberdade que o usuário tem de executar, distribuir, modificar e repassar as alterações feitas nos programas sem necessidade de pedir permissão aos autores. Para isso, é necessário ter acesso ao código fonte do programa.
Diferente do Software Livre, os softwares proprietários são comercializados e não disponibilizam seus códigos-fonte, apenas a tradução feita para a linguagem de máquina. Dessa forma, não é permitindo qualquer tipo de alteração por parte do usuário.
Nos infocentros são utilizados sistemas operacionais Ubuntu personalizados, com ferramentas necessárias para a inclusão digital e oficinas que serão realizadas para a capacitação dos usuários.
É também um padrão dos infocentros utilizar o suíte de escritórios BrOffice para edição de textos, planilhas eletrônicas, apresentação e bancos de dados.
Todos os softwares e ferramentas utilizadas nos infocentros deverão ser suportadas pelo sistema operacional adotado no projeto, assim como todo o material didático elaborado.
A utilização de software livre implica em uma série de vantagens diretas e indiretas como a redução de custos, maior segurança, maior liberdade de customização e personalização do ambiente, ferramentas, aplicativos, além de incentivar os usuários a tornarem-se colaboradores e produtores de softwares.

Monitores

Todo infocentro, para funcionar adequadamente com suporte aos cidadãos que buscam acesso aos serviços e tecnologias ofertadas pelo projeto, precisa de monitores.
Os monitores são os mediadores na relação entre os usuários e os computadores. São eles que organizam o acesso ao uso livre, ministram cursos, oficinas e estão capacitados para resolver dúvidas básicas dos usuários nos Infocentros; preparando o aluno para um aprendizado permanente, autônomo e dinâmico. A formação humanística e a disposição para participar de um projeto social também são características importantes.

PRODEPA
Missão : "Prover soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação ao Estado do Pará, em benefício do cidadão.".
Visão: Ser Referência na Gestão de TIC no Estado do Pará.
Valores: Comprometimento, Competência, Ética, Eficácia, Transparência, Equidade e Responsabilidade Sócio-Ambiental.
Política da Qualidade: “Busca constante da satisfação de seus clientes, através da qualidade de seus produtos”.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A evolução da tecnologia em sala de aula.

As salas de aula têm percorreu um longo caminho. Houve um crescimento exponencial avanço da tecnologia educacional ao longo dos últimos anos. De projetores para iPads, é importante para compreender não só o que está por vir, mas também o lugar onde tudo começou.
Nós certamente percorreu um longo caminho, mas algumas coisas parecem assustadoramente semelhante a muitos anos atrás. Por exemplo, Thomas Edison disse em 1925 que "os livros em breve estará obsoleta nas escolas. Estudiosos em breve será instruído através do olho. "Eu tenho certeza que isso é exatamente o que as pessoas estão dizendo nos últimos dias sobre o iPad.

c. 1650 - O Corno-Book

Pás de madeira com aulas impressos eram populares na época colonial. Talvez seja aqui que fraternidades teve a idéia? No papel havia geralmente o alfabeto e um verso religioso crianças que se copiar para ajudá-los a aprender a escrever.

c. 1850 - 1870 - palmatória

Este é um ponteiro e também um dispositivo de punição corporal. Parece que tanto esta como o Chifre-Book teve dois propósitos em termos de "educar" os jovens da época.

1870 - Magic Lantern

O precursor de um projetor de slides, imagens projectadas a "lanterna mágica" impressas em placas de vidro e mostrou a eles em salas escuras para os estudantes. Até o final da I Guerra Mundial, o sistema de escola pública de Chicago tinha cerca de 8.000 lâminas lanterna.

c. 1890 - Slate Escola

Usado durante todo o século 19 em quase todas as salas de aula, uma escola de Boston superintendente em 1870 descreveu a ardósia como sendo "se o resultado do trabalho deve, a qualquer momento, ser encontrado infeliz, uma esponja prontamente expulso da ardósia todas as lembranças desanimadoras, e deixá-lo livre para novas tentativas. "

c. 1890 - Quadro

Ainda continua forte até hoje, o quadro-negro é um dos maiores invenções em termos de tecnologia educacional.

c. 1900 - Lápis

Assim como o quadro-negro, o lápis também é encontrada em todas as salas de aula em basicamente os EUA no final do século 19, produzido em massa de papel e lápis tornou-se mais facilmente disponíveis e lápis substituído eventualmente a lousa escolar.

c. 1905 - Stereoscope

Na virada do século, a Companhia Ver Keystone começou a estereoscópios de mercado que são basicamente ferramentas de visualização em três dimensões que eram populares em casas como fonte de entretenimento. Keystone Empresa Ver comercializados estes estereoscópios para escolas e criou centenas de imagens que deveriam ser usados ​​para ilustrar pontos feitos durante as aulas.

c. 1925 - Projetor de filme

Similar ao projetor de cinema, Thomas Edison previu que, graças à invenção de imagens projetadas, "livros em breve estará obsoleta nas escolas. Estudiosos em breve será instruído através do olho. "

c. 1925 - Rádio

Junta de Nova York da Educação foi realmente a primeira organização a enviar lições às escolas através de uma estação de rádio. Durante o próximo par de décadas, "as escolas do ar" começou a programas de radiodifusão para milhões de estudantes americanos.

c. 1930 - Retroprojetor

Inicialmente utilizada pelos militares dos EUA para fins de treinamento na Segunda Guerra Mundial, projetores rapidamente se espalhou para escolas e outras organizações em todo o país.

c. 1940 - Caneta Esferográfica

Embora tenha sido originalmente inventado em 1888, não foi até 1940 que a caneta esferográfica começou a ganhar reconhecimento mundial como sendo uma ferramenta útil na sala de aula e na vida em geral. As canetas esferográficas primeiro foi colocado à venda em Gimbels loja de departamentos em Nova York em 29 de Outubro de 1945, para EUA $ 9,75 cada. Esta pena foi amplamente conhecido como o foguete em os EUA em 1950.

c. 1940 - mimeógrafo

Sobrevivendo até a idade Xerox, o mimeógrafo fez cópias por ser mão-dobrado. Faz você apreciar a sua copiadora atual, pelo menos um pouco agora, hein?

c. 1950 - Fones de ouvido

Graças a teorias que os alunos pudessem aprender lições através de exercícios repetidos e repetição (e repetição repetida) escolas começaram a instalar estações de escuta que usavam fones de ouvido e fitas de áudio. A maioria foi usada no que foram apelidados de "linguagem laboratórios" e esta prática ainda está em uso hoje em dia, só que agora os computadores são usados ​​em vez de fitas de áudio.

c. 1950 - régua

William Oughtred e outros desenvolveram a régua de cálculo no século 17 com base no trabalho emergente sobre logaritmos de John Napier. Antes do advento da calculadora de bolso, foi a ferramenta de cálculo mais comumente usado em ciência e engenharia. O uso de réguas de cálculo continuou a crescer até os anos 1950 e 1960, assim como dispositivos de computação digitais foram sendo gradualmente introduzidas, mas em torno de 1974 a calculadora científica eletrônica tornou obsoleta a maioria dos fornecedores e deixou o negócio.

1951 - Fitas de vídeo

O que a escola se sem fitas de vídeo? (Graças a Jaume nos comentários para me lembrar sobre este!) A divisão de eletrônicos da empresa entertainer Bing Crosby produção, Bing Crosby Enterprises (BCE), deu a primeira demonstração mundial de uma gravação de vídeo em Los Angeles em 11 de novembro de 1951. Desenvolvido por John T. Mullin e R. Wayne Johnson desde 1950, o dispositivo deu o que foram descritos como "borradas e indistintas" imagens, usando um gravador de fita modificada Ampex 200 e padrão de um quarto de polegada de fita (0,6 cm) de áudio se movendo a 360 polegadas (9,1 m) por segundo. Um ano mais tarde, uma versão melhorada, usando uma fita polegadas (2,6 cm) magnética, foi mostrado para a imprensa, que teria expressado surpresa com a qualidade das imagens, apesar de terem uma "qualidade persistente granulado que parecia um movimento gasto imagem ".

c. 1957 - Acelerador de Leitura

Com uma barra de metal ajustável que ajudou a conter os estudantes de uma página, o acelerador de leitura era um dispositivo simples projetado para ajudar os alunos a ler de forma mais eficiente. Pessoalmente, este parece um instrumento de tortura e é provavelmente a coisa menos portátil para levar junto com um livro. Está virando a página de um livro ou segurando um livro muito difícil?

c. 1957 - Skinner Máquina de Ensinar

BF Skinner, um cientista comportamental, desenvolveu uma série de dispositivos que permitiram que um aluno para avançar em seu próprio ritmo através de um programa regrado de instrução

c. 1958 - Televisão Educativa

Ao início dos anos sessenta, havia mais de 50 canais de TV que incluiu programação educativa que foi ao ar em todo o país.

1959 - Fotocopiadora

Fotocópia escritório xerográfica foi introduzido pela Xerox em 1959, e gradualmente substituídos por cópias feitas Verifax, Photostat, papel carbono, máquinas de mimeógrafo, e outras máquinas de duplicação. A prevalência de seu uso é um dos fatores que impediram o desenvolvimento do escritório sem papel anunciado no início da revolução digital [carece de fontes]. Fotocopiadora é amplamente utilizado nos negócios, educação e governo. Houve muitas previsões que as fotocopiadoras acabará por se tornar obsoleto e os profissionais da informação continuam a aumentar sua criação de documentos digitais e de distribuição, e confiar menos na distribuição de peças reais do papel.

c. 1960 - Liquid Paper

A secretária fez este líquido branco em sua cozinha e vendeu a companhia para a Gillette por cerca de US $ 50 milhões. O resto é (editada) história!

1965 - Visualizador de Filmstrip

Um precursor do iPad, talvez, este visualizador filmstrip é uma maneira simples para que os alunos individuais assistir filmstrips em seu próprio ritmo.

c. 1970 - A calculadora de mão

O antecessor do muito amado e muito usada TI-83, esta calculadora abriu o caminho para as calculadoras usados ​​hoje. Houve preocupações iniciais, porém, como os professores eram lentos a adotá-las por medo de que prejudicaria a aprendizagem de competências básicas.

1972 - Scantron

A Corporação Scantron removeu a necessidade de classificação exames de múltipla escolha. A Scantron máquinas estavam livres para usar, mas a empresa fez dinheiro cobrando por suas formas de classificação proprietários. Sneaky coisas.

1980 - Platão Computador

Escolas públicas em os EUA em média cerca de um computador para cada 92 alunos em 1984. O Platão era um dos computadores mais utilizadas primeiros a ganhar uma posição no mercado de educação. Atualmente, há cerca de um computador para cada quatro alunos.

1985 - Drive de CD-ROM

Um único CD pode armazenar uma enciclopédia inteira mais vídeo e áudio. O CD-ROM e, eventualmente, o CD-RW abriu o caminho para flash drives e armazenamento pessoal fácil.

1985 - Hand-Held Calculadora Gráfica

O sucessor do calculadora de mão (veja acima), a calculadora gráfica feita de matemática muito mais avançado muito mais fácil, uma vez que permitem a trama pontos, fazer equações longas, e jogar 'Snake', como um jogo quando você se cansou em sala de aula.

c. 1999 - Quadro Interactivo

O quadro tem um facelift com o quadro. Que foi transformado em um sistema mais interativo que usa uma tela sensível ao toque de branco, um projetor e um computador. Ainda está se lentamente desenrolado às salas de aula agora, betcha não sabia que eles estavam primeira volta em 1999! (Eu não sabia que, pelo menos)

2005 - iClicker

Existem muitas ferramentas similares disponíveis agora, mas iClicker foi um dos primeiros a permitir que os professores sejam capazes de rapidamente consultar os alunos e obter resultados em tempo real.

2006 - Laptop XO

O "One Laptop Per Child 'computador foi construído por isso foi durável e barato o suficiente para vender ou doar para países em desenvolvimento. É uma máquina incrível que funciona bem sob luz solar, é à prova d'água, e muito mais. Saiba mais .

2010 - Apple iPad

Assim como a ardósia da escola original, poderia trazer o iPad declaração de Thomas Edison para a vida? Será que o iPad fazê-lo assim "estudiosos em breve será instruído através do olho." Só o tempo dirá.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

ÍNICIO DO CURSO BÁSICO DE SOFTWARE LIVRE.

A partir do dia 01/02/2013 ás 14:00 começará a 2º turma do curso básico de software livre.

Espero por vocês.

Os alunos que se inscreveram e que mudaram de turno escolar, favor informar para que o aluno da espera possa estudar nesta turma.


Programação:

Mês:  Fevereiro    Ano: 2013

Dias        Semanas                       Actividades.

01
Sex
Programa de Inclusão digital  
04
Seg
Estudos                             
06
Qua
Conhecendo o computador e o linux e suas distribuições
08
Sex
Digitação de texto (habilidade com teclado - atalhos)
11
Seg
Estudos
13
Qua
Editor de texto
15
Sex
Editor de Apresentação
18
Seg
Editor de Apresentação (exercícios) 
20
Qua
Editor de planilha
22
Sex
Editor de planilha  (exercícios)
25
Seg
Internet                                        
27
Qua
Internet 





 O curso básico de software livre totaliza 40 horas semanas sendo 10 dias com 4 horas.
Os certificados são enviados pela SECTI juntamente com o  projeto Navegapará.

Aproveite, participe e conheça o Linux  pois é gratuito.

Professora (monitora)  Gláucia Ferreira.


Espero por vocês.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

HORÁRIOS DO INFOCENTRO

ATENÇÃO

O INFOCENTRO ESTÁ ABERTO PARA O PÚBLICO.

OS HORÁRIOS SÃO.

  1. SEGUNDA - 14:00 as 18:00 
  2. TERÇA - 08:00 as 12:00
  3. QUARTA - 14:00 as 18:00
  4. QUINTA - 08:00 as 12:00
  5. SEXTA - 14:00 as 18:00


 ATENÇÃO TURMA 2


DIA 01 DE FEVEREIRO/ 22 FEVEREIRO 2013.
CURSO DE SOFTWARE LIVRE BÁSICO.
PERÍODO: VESPERTINO.


AGUARDO POR VOCÊS.